
Nessa madrugada de segunda para terça, fiquei com insônia e acabei no Corujão da TV Globo. E assistir o filme Entre Lençóis (2008) estrelado pelo Reynaldo Giannechini e lindeza da Paola Oliveira.
Sinopse:
Paula (Paola Oliveira) e Roberto (Reynaldo Giannechini) se conhecem em uma boate. Sem trocar muitas palavras, eles logo vão para um motel, onde passam a noite. Lá eles passam horas conversando sobre diversos temas, entre eles amor, morte, família e, obviamente, sexo.
E nisso tudo já descrito acima quero lembrar que o filme não é só sexo, é arte, uma interpretação deliciosa do que é amor/sexo. E nessa obra do diretor Gustavo Nieto Roa, há umas questões ainda intragáveis na sociedade. Um deles é na afirmação categórica de Roberto...:
“... Pra homem sexo é só sexo; é pra mulher que sexo é envolvimento, sentimento...”.
Nessa soante frase que enxergo tantos clichês ainda vistos na Idade Média, fazer sexo? Ou fazer amor? Que questionamentos sem escrúpulos, sem eira nem beira.
Pra homem sexo é algo apenas corporal sem sentimento, pra mulher não. É preciso ter uma relação, uma afinidade; para o homem basta um gemido aqui, uma bunda gostosa ali, um peito envolvente... E pronto. Vamos Transar?
Quando que vocês mulheres vão entender que nós homens podemos transar com uma mulher sem amá-la, apenas por um orgasmo ou uma trepada casual? Por que a mulher tem que complicar tudo? Quem disse que só pelo fato de termos transado ontem eu deva ligar pra você ou muito menos te pedi em casamento?
Sexo é só sexo. É Natural.
Amor é outra coisa, é mais surreal.
Surreal, Natural não importa. Amem, transem... Vivam o momento assim como o Roberto e a Paula. Vamos viver o que há pra viver. Assim, Sem Roteiro.
Just Be Feliz.
Att.
Luan Cobain.
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